Politicamente incorreto


Potência e ato na política

 

 Em potencialidade.

 

Em ato.



Escrito por Tiago às 18h58
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As respostas

1-Não podendo sair do Fahrenheit 451 (onde os livros eram proibidos e um grupo de pessoas começou a decorá-los e quem decorava um livro passava a ter como codinome aquele livro), que livro quererias ser?

 

 

As obras completas de São João da Cruz. É o sentido da conversão que tento aprender.

 

2-Já alguma vez ficaste perturbado/apanhado por uma personagem de ficção?

 

Existe depois de Dom Quixote e antes de Dom Quixote.

 

 3- O último livro que compraste?

 

As obras completas de São João da Cruz e Òrganon do velho Ari.

 

 4-Os últimos livros que leste?

Manuais de Direito positivo por ofício inelutável ou gracejo do destino.

Os meios do Direito do Michel Villey ( sempre relendo).

 

Viagem vertical do Enrique Vila- Mattas

Dom Quixote de La Mancha

 

5-Que livros estás a ler?

 

Diário de um pároco de  aldeia do Bernanos;

Obras completas de São João da Cruz

 

6-Que livros que levarias para uma ilha deserta?

 

A Bíblia Sagrada e os Clássicos Gregos.

 

Sem se esquecer da namorada, obviamente.

 

7 -Quatro pessoas a quem vais passar este testemunho e porquê?

 

Só três, okeydokey. Não tenho tantos amigos virtuais. Para o Silvio Grimaldo ( porque ele colocará boas dicas de poesia); para o Gabriel Bessenemov ( Gustavo), porque ele indicará bons livros católicos e para o Flamarion ( porque ele conhece como ninguém Dostoiévski).



Escrito por Tiago às 23h34
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Após considerar todas as possibilidades de justa causa do empregador, in casu: embriaguez ( empregado bom é empregado bêbado) e desídia ( jogando gamão no trabalho), venho atenciosamente manifestar as contra-razões das cotas para empregados anões nas universidades por dois motivos de fato e direito que passa a expor:



Preliminarmente:



Alega-se a inépcia da inicial por impossibilidade jurídica do pedido e ilegitimidade das partes, haja vista que o ambiente universitário não tem capacidade de juízo, como também não apresenta condições para prosseguir no feito.




Do mérito:



Anão é mais esperto que professor universitário especialista em pós-modernidade.



Anão mesmo é do orçamento.



Machado de Assis, que não foi anão, nunca precisou de ajuda do Governo para escrever Memórias Póstumas de Brás Cubas.






Escrito por Tiago às 19h13
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