Fragmentos
A pós-modernidade não existe como designativo de um contexto histórico pré-definido. Data vênia aos deterministas: indivíduos de capacidade ilusória extraordinária. Em sã consciência e reta razão, perguntar-lhe-ias a possibilidade de existir na história em atualidade estando momentaneamente fora dela? Com “juízos de valor?” Considerar a história por etapas sucessivas é desconsiderar sua realidade mais íntima, através da experiência humana real, concreta e objetiva perante a totalidade. O real é o mistério no qual a incerteza da fé e a razão se complementam na história.
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Alguns intelectuais dispõem a pós-modernidade pelos seus efeitos: o hedonismo e consumismo desenfreados. Obviamente jogando a culpa no “ sistema” capitalista. Sistema não tem culpa, pois representa mera abstração da mente desordenada. A culpa é desta mente que imagina mundos desiguais sem atinar para a unidade do real.
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O Carnaval é uma comemoração na qual os indivíduos fogem da realidade. Muita felicidade gratuita, a troco de quê? Hedonismo e sem-músicas para demonstrar o que o mundo tem de melhor. O Bom está transcendente a ele.
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Há indivíduos que desejam o mundo. O Evangelho de São João diz o contrário, que o Reino de Deus é de outro mundo. Existem os que adoram agradar aos outros de qualquer forma. O estado de espírito de responder afirmativamente ao erro com comodidade e simpatia tolerante. A oportunidade da aceitação pelos outros.
A existência permite o erro, somente, e retira o véu com o tempo e a maturidade. Cai a bigorna.
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Essa mania de agradar ficou presente nos “ tempos gregos”.
Veja Polo, por exemplo, AQUI!
Escrito por Tiago às 12h57
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